Valor de TI para as empresas, Governança em TI e Gestão da Mudança Organizacional
Alunos: Heitor
Garcia de Souza
e
Carlos Alexandre Morais
de Oliveira.
A Tecnologia de Informação (TI) tem valor para as organizações e é um dos
tópicos de pesquisa mais evidentes na literatura sobre gerenciamento de TI, desde
que o processamento eletrônico de dados se transformou em uma utilidade
essencial no mundo dos negócios.
Os investimentos em TI são cada vez maiores, contudo ainda não há um consenso
entre executivos e pesquisadores sobre quais são os diferentes benefícios trazidos
pela TI para as organizações, sempre é usado diferentes tipos de medidas tem
sido utilizadas para avaliar o retorno dos investimentos em TI.
Algumas dimensões auxiliam a medir o valor da TI através da revisão da
literatura, foram analisados diferentes modelos que representariam o valor da
TI para as organizações, Esta pesquisa foi direcionada para a escolha e uso de
modelos que avaliassem o valor da TI para as organizações através da percepção
de seus executivos. O valor da TI para as organizações pode ser identificado de
diversas maneiras, mas de forma geral, é compreendido como os impactos da TI no
desempenho da organização, incluindo aumento da produtividade e dos lucros,
redução de custos, vantagem competitiva, redução de estoques, melhorias em
processos organizacionais e outras medidas de desempenho.
A Governança de TI ao passar do tempo se transformou em algo que é necessário
de se ter tal política, graças a complexidade das organizações, concorrência e
partes interessadas aumentaram muito, a abertura de capital se deu ao fato das
empresas negociarem suas ações na bolsa contribuiu muito para a necessidade de
uma maior transparência, para que os atuais acionistas saibam como vai seu
investimento e para que novos acionistas sejam atraídos.
O papel da TI se deu ao fato das informações financeiras das empresas
estarem salvos em sistemas de informação, os gestores de negócio precisam ter
garantias que as informações nestes sistemas são confiáveis. Os executivos de
empresas com ações na bolsa de Nova York são responsabilizados criminalmente
por desvios nas demonstrações financeiras, podendo além de levar multa ser
preso também.
A Governança de TI tem o papel de criar estes controles de forma que a TI
trabalhe de uma maneira o mais transparente possível perante os stakeholders
(executivos, conselho de administração, acionistas). O framework, ou guia de
melhores práticas mais utilizado no mundo sugere uma série de processos a serem
seguidos, chamados de objetivos de controle como: gerenciamento de incidentes,
problemas, segurança da informação, indicadores, auditoria externa entre outros
objetivos para que se possa garantir o controle das informações que se
encontram em sistemas de informação.
A Gestão da mudança é uma ferramenta que auxilia a gestão empresarial na
difícil tarefa de implementar alterações estruturais, estratégias operacionais
ou táticas para obter as transformações necessárias ao crescimento da
companhia, ao mesmo tempo em que considera os interesses de seus stakeholders.
O objetivo é que as empresas formem seus comitês e incentivem seus
colaboradores a conquistarem essa competência, ou contratarem consultorias
especializadas no tema para que possam ajudar a implementar essas
transformações necessárias.
Apesar de ser importante para o crescimento de qualquer negócio, como em
qualquer outra situação, implementar mudanças não é nada simples ou fácil. Essa
implementação não ocorre da noite para o dia, e ainda assim, geralmente
enfrenta resistência dentro das organizações. A gestão da mudança se faz
necessária porque ela envolve um conjunto de estruturas, processos, ferramentas
e técnicas que ajudarão indivíduos e equipes a se adaptarem ao novo. No
entanto, ao mesmo tempo, representa grandes e distintos impactos nos
colaboradores, principalmente quando envolvem alteração de processos e hábitos,
criação de uma nova área ou implementação de um novo sistema de produção.
O Coaching é uma poderosa ferramenta na gestão de mudanças que fornece
dados, promove as intervenções comportamentais na medida em que competências
são desenvolvidas e treina grupos para alavancar o dinamismo e força. Já para
quem está no território da manutenção, o coaching gera inúmeras ferramentas de
autogestão. Trata-se de um processo fluído que intervém na organização de
acordo com suas diferentes necessidades de atuação, contribuindo para o melhor
resultado pessoal, coletivo e potencialização dos resultados.