Governança em gestão de Ti - Lucas

Com a tecnologia da informação se obtém grandes vantagens competitivas, com isso as organizações estão mais motivadas a fazerem este investimento, como em sistemas empresariais, bancos de dados, utilização da internet para comercio eletrônico, entre outros. Todo investimento tem risco, assim retornando resultados desfavoráveis caso seja utilizado de forma errada, por isso temos que aumentar os conhecimentos no processo de gestão de investimentos em TI, levando em conta o custo benefício, tanto curto quanto a longo prazo. A partir de modelos teóricos, se deve estudar os modelos de governança em TI e avalia-los. Um dos pilares da governança é o gerenciamento de serviços em TI, ele verifica e avalia o nível de serviço do departamento e assim apresentando melhorias nos processos, desenvolvendo e implementando novos processos de gerenciamento de serviços de TI.
A expressão Governança de TI (GTI) foi adotada em TI para referir critérios de definição, como gestão e acompanhamento dos resultados dos investimentos feitos em TI, ainda sendo um desafio conseguir determinar uma maneira consistente de obter os benefícios. As empresas têm de alinhar o gerenciamento de serviços em TI com a Tomada de Decisão de TI, com os objetivos estratégicos da empresa. Pois a GTI consiste em um conjunto de processos e controles que tem como objetivo de propor que a TI tenha valor nas empresas, metodologia que cresce a cada ano e por isso aumenta sua exigência com relação ao seu retorno; Ela engloba métodos implementados em diferentes níveis da empresa para torna-los transparentes, organizados e legítimos a direção e o monitoramento da empresa, buscando cada vez mais aperfeiçoar e otimizar seus processos, custos, aumentando a eficiência de seus funcionários, desenvolver relacionamento com parceiros e fornecedores e personalizando os serviços prestados aos seus clientes. A GTI tem como suporte metodologias e incorporando ferramentas.
Em Estratégia do Serviço, é um guia sobre como tornar mais claro e priorizar investimentos sobre o provimento de serviços, abordando estratégias, políticas e restrições sobre os serviços; Tendo como ponto chave a definição do valor do serviço, desenvolvimento de um caso de negócio, ativos do serviço, analise de mercado e tipos de provimento de serviço; A fase inicial é a estratégia do serviço e também o eixo central do ciclo de vida do serviço, sendo o guia de todas as outras fases: desenho de serviço, seguida da transição de serviço e operação continuada, assim os processos e funções estarão distribuídos ao longo do ciclo de vida, se integrando com o negócio buscando as demandas dos clientes, identificando oportunidades e riscos, decidindo quando terceirizar ou não determinado serviço, sempre pensando no retorno para o negócio. Em Projeto de Serviço o Desenho de Serviço é um guia sobre boas práticas no projeto de TI e processos no planejamento e na implementação, na fase do desenho de serviço o que foi levantado na estratégia de serviço será usado para projetar um novo serviço, como, custos, mercado e como será utilizado, baseado na disponibilidade, capacidade, continuidade gerenciamento e outsourcing. Em Transição de Serviço é direcionado a entrega dos serviços necessários ao negócio no uso operacional, apresentando um novo conceito de gerenciamento do conhecimento de serviços, focando no gerenciamento de mudança, abordando os riscos, qualidade e configurações, preocupando com os detalhes que o serviço seja colocado em produção com menor impacto possível para a organização. Em Operação do Serviço, parte do ciclo de vida onde os valores são entregues diretamente, monitorando de problema e balanceamento entre disponibilidade de serviço e custo, compreendendo a manutenção do serviço e o cuidado das ações de suporte. Em Melhoria Continua do Serviço, a meta é ajustar e reajustar serviços de TI á mudanças continuas do negócio, deve ser executado um ciclo planejar, desenvolver, controlar e agir de forma a identificar e atuar em melhorias continuas sobre todas as fases do ciclo, focando na qualidade, assim errando menos e tendo menos trabalho e mais controle sobre os custos.
Se bem implantado a GTI, levando até 5 anos para atingir a excelência com diferentes fatores de sucesso, os benefícios se encontra no alinhamento da TI com as áreas de negócio, maior agilidade nos modelos de negócio, manutenção dos riscos de negócio, medição e melhoria continua da performace de TI e transparência nas atividades; segundo estudos as causas de Downtime é decorrente de problemas como aplicações não testadas, má gerencia de mudanças, sobrecarga de processamento, falhas e erros. O desafio é sempre manter a TI funcionando com qualidade, confiabilidade, performance e segurança. Esperando os resultados como alinhamento das necessidades de negócio com a TI, aumento da disponibilidade, redução de falhas e erros e ressaltando a importância da comunicação entre os setores.

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